2. Descreva-se: "Once Upon A Time There Was a Flying Cat" - Mallu Magalhães
3. O que as pessoas acham de você? Deve ser algo
4. Como descreveria seu último relacionamento amoroso? "Wicked Game” – Chris Isaak
Sou silêncio. Calo coisas que deveria falar. Calo-me diante de pessoas com quem posso falar. Calo idéias, sensações, impressões. Calo, calo... Calava. Eis minha tentativa - ainda silenciosa - de melhorar.
Se eu precisasse descrever o que eu acho que uma música pode fazer alguém sentir, eu só conseguiria dizer: ouça Gobbledigook do Sigur Rós. E, eu acho, o sorriso de Björkinha concorda comigo!
(sou só eu, ou ver a alegria dela dá uma vontade enorme de bater em algo e marcar com os pés o ritmo da música?)
Gobbledigook (live with Björk at Náttúra Environment Concert)
E p'ra quem nunca viu, vale a pena tirar alguns minutos do dia p'ra assistir aos vídeos das músicas da banda. São lindos. Completam as canções, mas também existem, enquanto obras, mesmo sozinhas.
Alguns de meus preferidos: Sæglópur e, os mais lindos, Hoppípolla, Glósóli e Viðrar Vel Til Loftárása.
Eu já nem me lembro de como cheguei ao HearYa.com, mas desde o primeiro acesso, visitar o site se tornou uma obrigação (mais que prazerosa) em meus dias. São boas indicações musicais (The Everybodyfields e Samantha Crain and the Midnight Shivers, só p'ra citar os que mais gostei) e críticas ótimas - o tal do Oz consegue descrever as sonoridades de maneiras muito interessantes: “...the highly addictive following track ‘Write It All Down For You’, that smacks you in the face. After each verse in the chorus you’ll hear ‘Hey, hey, hey’ chants that make hand claps jealous”; tudo parece tão bom nas palavras dele que acaba sendo difícil resistir a ouvir as faixas indicadas.
by OZ on JANUARY 23, 2009

I made two magnificent discoveries yesterday. 1) Reruns of the greatest television show of our generation, Average Joe: Hawaii (the one with David Daskal and Fabio), are now playing on the Fox Reality Channel. 2) Sting is now bearded.
I uncovered Sting’s beard at the Obama Inauguration Bash, and it shocked me. I know Sting has had a beard before, but this time it’s different. It’s not one of those blondish, well-manicured, Peter Horton in "Side Out" half-beards that were used in the late 80’s/early 90’s to lure unsuspecting jazzercise instructors into the backseat of your t-top Camaro. Oh no, Sting is rocking a full-on, untamed indie hipster beard.
I ask you, is this the first official sign that beards are reaching the end of their product lifecycle? Are indie hipster beards going the way of the Cornrow, the JewFro, and the Faux Hawk? One can only speculate, but when Sting has time to set down the lute and grow a beard, it’s probably not a good sign.
Sting aderiu à barba e reapareceu. Preparem seus barbeadores. E seus ouvidos!
P.S.: A autora do texto deixa claro que não apóia atos de violência contra barbas. Mas não pode deixar de manifestar seu descontentamento ao vê-las envolvidas com figura tão triste quanto Sting.
Esvaziar armários, gavetas; colocar roupas em malas; embrulhar objetos com papel bolha; encaixotar livros, CDs, DVDs;... Carregar caixas e malas andares abaixo, carro adentro, andares acima;... A mudança vem, demora a ir embora, e aproveita cada segundo para esgotar suas energias.
Mas, o cansaço passa. O pior da mudança é ver em quantas caixas sua vida cabe.
Seus livros, os diários que você nunca escreveu. Os CDs que cantam: sua adolescência, seu primeiro passo sozinha, o dia em que você encontrou companhia. Os filmes que permitem que você viva três vezes, as vidas que você nunca terá mas que, ainda assim, não vai desistir de procurar.
Tudo o que você tem, tudo o que é precioso p’ra você reduzido a um empilhamento de cubos de papelão num canto do seu novo cômodo.
O novo cômodo...
Se o antigo, mesmo depois de quase quarenta meses, não dava sensação de “meu refúgio”, um lugar novo tem menos chances ainda. Não por ser novo – não é problema com novidades. É só que... O quarto é frio, no sentido figurado, e absurdamente quente, no sentido “pelamor, um ventilador urgente!”.
Um verso de “The Chain” (linda música!) de Ingrid Michaelson define bem o quarto: “My room seems wrong, the bed won’t fit”. É aqui que estou. Aqui estarei pelos próximos meses. Quantos serão... não posso/quero pensar nisso agora...