Tuesday, May 29, 2007

"It's never over"!

He's the tear that hangs inside our souls forever...
1966-1997

Monday, May 21, 2007

Nanda em uma foto

Se eu tivesse que descrever você de uma maneira artística (não original, infelizmente):

Wednesday, May 16, 2007

Escritos à 00(h) e eu devia estar dormindo(min)

Sua voz ecoava na garganta, mas não saía pela boca. Engasgou. Uma tosse tuberculosa. No máximo. Arranha e não passa. Dói a garganta que tosse e os ouvidos que ouvem. Quando chega aos lábios, só resta escarro.


Então... É isso. Pois é...

Eu acadêmica

No horário da preguiça pós-almoço, o laranja parece ainda mais argiloso - são paredes de um forno de fazer carvão. O verde parece mais distante, escuro e, se possível, monótono.

Entre as portas, a argila e o verde monótono, um ar abafado, que só se movimenta pelas mudanças de posições das cabeças que caem sob o peso do sono.

O calor abafa as falas, que soam como repetições monossilábicas, e multiplica a digressão de pensamentos.

Lá fora, risadas e passos. Aqui dentro, a densidade da vontade de ir embora somada às palavras que entram nos ouvidos mas não são escutadas.

Onde estávamos mesmo?


A professora de Teoria da História pediu que escrevêssemos sobre uma aula. A diferença entre a aula que me inspirou e a de Teoria é o horário!

Onde estávamos mesmo?
Onde tenho estado todos os dias?!