Ontem reli as postagens que já coloquei aqui e cartas e textos inacabamos de meses, anos atrás. Sem dúvida essa última, "SAC Divino", é a pior de todas. Mas, no geral não sei dizer o que acho de minhas palavras.
Ora penso que algumas das minhas frases são daquelas que eu iria adorar encontrar em algum livro; ora elas soam como pedantes, piegas, previsíveis, comuns, "mamãe, quero ser fofa", "mamãe, quero ser querida", "mamãe, eu me acho talentosa"... Mamãe, me tira daqui?
Além disso, achei bem patético perceber que não consigo escrever sobre outra coisa a não ser EU mesma (coisa que estou fazendo nesse exato momento. Tsic, tsic, tsic...). Mesmo quando não sou uma das personagens, eu estou lá: em gestos, manias, preferências, sonhos. Fica ainda pior quando tento inventar personagens. Parto de algo que aconteceu comigo com a intenção de, pelo menos na ficção, tomar decisões diferentes, mas acabo com a reprodução dos fatos mascarada por nomes quaisquer.
Glau disse que eu deveria escrever um livro, eu argumentei que não tenho talento e nem disciplina p'ra tal e ainda disse que não há nada demais no que escrevo porque são só formas de contar coisas tolas dos meus dias, não são grandes idéias, são só transcrições. Ela disse algo legal sobre isso ser uma coisa boa, ela quase me convenceu (quase porque sou muito teimosa) de que coisas da vida são as melhores idéias p'ra se escrever algo.
Gostaria de lembrar o que foi que ela disse...
Ora penso que algumas das minhas frases são daquelas que eu iria adorar encontrar em algum livro; ora elas soam como pedantes, piegas, previsíveis, comuns, "mamãe, quero ser fofa", "mamãe, quero ser querida", "mamãe, eu me acho talentosa"... Mamãe, me tira daqui?
Além disso, achei bem patético perceber que não consigo escrever sobre outra coisa a não ser EU mesma (coisa que estou fazendo nesse exato momento. Tsic, tsic, tsic...). Mesmo quando não sou uma das personagens, eu estou lá: em gestos, manias, preferências, sonhos. Fica ainda pior quando tento inventar personagens. Parto de algo que aconteceu comigo com a intenção de, pelo menos na ficção, tomar decisões diferentes, mas acabo com a reprodução dos fatos mascarada por nomes quaisquer.
Glau disse que eu deveria escrever um livro, eu argumentei que não tenho talento e nem disciplina p'ra tal e ainda disse que não há nada demais no que escrevo porque são só formas de contar coisas tolas dos meus dias, não são grandes idéias, são só transcrições. Ela disse algo legal sobre isso ser uma coisa boa, ela quase me convenceu (quase porque sou muito teimosa) de que coisas da vida são as melhores idéias p'ra se escrever algo.
Gostaria de lembrar o que foi que ela disse...

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